

Eu vou comer, eu vou comer, eu vou comer
Eu vou comer até me empanturrar
Eu vou comer até me empanturrar
Eu vou comer até me empanturrar
Abará, acarajé, angu, bobó e vatapá
Abará, acarajé, angu, bobó e vatapá
Eu vou comer, eu vou comer, eu vou comer
Eu vou comer até me empanturrar
Eu vou comer até me empanturrar
Eu vou comer até me empanturrar
Jiló, maxixe, mocotó e mungunzá
Jiló, maxixe, mocotó e mungunzá
Eu vou comer, eu vou comer, eu vou comer
Fico dengoso se me fazem cafuné
Fico dengoso se me fazem cafuné
Fico dengoso se me fazem cafuné
Fico banzeiro se me fazem cafuné
Fico banzeiro se me fazem cafuné
Fico banzeiro se me fazem cafuné
O meu negócio é cafuné no meu cangote
O meu negócio é cafuné no meu cangote
O meu negócio é cafuné no meu cangote
Eu fico fulo se me fazem um muxoxo
Eu fico fulo se me fazem um muxoxo
Eu fico fulo, macambúzio e dengoso
Eu fico fulo, macambúzio e dengoso
Fico banzeiro quando vejo um camundongo
Saio gritando se é um caxinguelê
Ô marimbondo, ô marimbondo sai pra lá
Fica um calombo que não é fácil de agüentar
Me apavoro e peço ajuda ao orixá
Fico banzeiro quando vejo um camundongo
Saio gritando se é um caxinguelê
Ô marimbondo, ô marimbondo sai pra lá
Fica um calombo que não é fácil de aguentar
Me apavoro e peço ajuda ao orixá
Toco zabumba , xequerê e agogô
Toco zabumba , xequerê e agogô
Toco zabumba , xequerê e agogô
Faço barulho com atabaque e berimbau
Faço barulho com atabaque e berimbau
Faço banzé , faço banzé, faço banzé
Faço banzé, mas não venha me xingar,
não venha me xingar,não venha me xingar
Ô moleque, ô moleque , sai pra lá
Sai pra lá que aqui não é o seu lugar
Ô moleque, ô moleque sai pra lá
Vá tocar esse atabaque em outro gongá
Ô ioiô, ô ioiô ,me deixa cá
Ô ioiô ,eu não vou sair daqui
Eu vou ficar, eu vou ficar, eu vou ficar
Eu vou ficar que o meu negócio é sambar
Eu vou ficar, eu vou ficar, eu vou ficar
Eu vou ficar que o meu negócio é sambar
Eu vou ficar que o meu negócio é sambar
Pode sambar
Pode sambar
Pode sambar
Eu vou sambar até o dia clarear
Eu vou sambar até o dia clarear
Eu vou sambar até o dia clarear.
Criação coletiva dos alunos da turma 801, com a utilização de termos de origem africana. Pesquisa realizada no livro :
MENDONÇA,Renato. Influência Africana no Português do Brasil. Ed. Companhia Editora Nacional, 2ª edição, 1935, S.P.
1 comentários:
Hello Antenor, This is a good article site.
i found many information here.
-----------------------------------------------
http://global-in-arm.com
Good luck, Antenor
Postar um comentário