
Encravada entre as montanhas e o mar, a cidade cresceu sobre aterros. Primeiro sobre lagoas que existiam ao redor do Morro do Castelo, depois com a demolição do próprio morro, seu entulho serviu como aterro para as margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, para a construção das pistas do Jockey e para criar o Aeroporto Santos Dumont. Também foram aterros que ligaram os morros do Pão de Açúcar, de Cara de Cão e o da Urca ao continente.Também foram aterros que resultaram na Av. Beira-Mar e na Av. Atlântica.
O estudo mais moderno a mostrar o processo de evolução da cidade é decorrente de trabalho realizado pelo pesquisador Carlos Alberto Nunes Pereira, o “Guta”, intitulado O Porto do Rio, 1608 a 2002.
O estudo mais moderno a mostrar o processo de evolução da cidade é decorrente de trabalho realizado pelo pesquisador Carlos Alberto Nunes Pereira, o “Guta”, intitulado O Porto do Rio, 1608 a 2002.
Logo ao ser empossado, em 1960, o governador da Guanabara Carlos Lacerda criou um grupo de trabalho, que se denominou “Lota”, com o objetivo de transformar o aterro num grande parque inspirado no Central Park de Nova York.
E assim transformar esse aterro, uma área de 1,2 milhões de metros quadrados, foi um sonho que se concretizou em 12 de outubro de 1966, dia das crianças, com uma grande inauguração.
A Sursan, o órgão estadual que cuidava das estradas, queria a construção de quatro pistas de alta velocidade, mas o grupo de trabalho, encarregado do projeto, pensando no bem estar da sociedade, decidiu-se por apenas duas pistas. E assim foi feito, pois naquela época existia um ditado que dizia que “carro não é a prioridade”. E hoje o aterro pode ser considerado um dos mais belos cartões postais do Rio de Janeiro, sendo batizado como “O aterro de Flamengo”.
E assim transformar esse aterro, uma área de 1,2 milhões de metros quadrados, foi um sonho que se concretizou em 12 de outubro de 1966, dia das crianças, com uma grande inauguração.
A Sursan, o órgão estadual que cuidava das estradas, queria a construção de quatro pistas de alta velocidade, mas o grupo de trabalho, encarregado do projeto, pensando no bem estar da sociedade, decidiu-se por apenas duas pistas. E assim foi feito, pois naquela época existia um ditado que dizia que “carro não é a prioridade”. E hoje o aterro pode ser considerado um dos mais belos cartões postais do Rio de Janeiro, sendo batizado como “O aterro de Flamengo”.
Grupo de trabalho: ( Diego, Vinício, Leanddro e Bruno)
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