
UMA PASSAGEM QUE REMOVEU PEDRAS PARA UNIR A CIDADE
Passados alguns anos, a urbanização ataca profundamente a parte do trânsito: ruas , estradas, avenidas etc.
Após 60 anos da inauguração da Avenida Central pessoas importantes começaram a querer realmente realizar a melhoria da circulação rodoviária, já que a Avenida Central e outras vias se tornavam saturadas tendo em vista que a frota de veículos ultrapassava 266 mil unidades. Foi daí que se construiu o Túnel Santa Bárbara (1963) e logo depois (1965) era inaugurado simbolicamente o Túnel Rebouças, que até então era a maior passagem subterrânea do mundo e ligava as Zonas Norte e Sul da cidade. Missão cumprida pelo então Governador Carlos Lacerda.
Como o Rebouças era de fila única, dificultava o caminho de ida e volta. Foi então que no governo Negrão de Lima se criou a segunda faixa (1972) e uma década depois a terceira.
A construção desse Túnel já era discutida desde a década de 20, mas só saiu do papel no governo de Carlos Lacerda. A primeira versão do projeto previa a instalação de um posto de pedágio na Lagoa, o que foi vetado pelo Governo Federal. Este veto deu origem a um imposto estadual, que mais tarde se transformou no atual IPVA.
Grupo de trabalho: (Juliana Melo, Michele, Thaíse e Daiana Donato)
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